Tá bom, pessoal.
Vejo tudo muito parado por aqui, e como combinamos de que a cada semana cada um dá início a um post e seguem-se os comenários, inicio com um tema de grande controvérsia, apesar de NINGUÉM por aqui ser especialista nisso (até porque não conseguimos estudar nada além do que existe por aqui mesmo ...).
Como iniciou a vida na Terra? Ela evoluiu como diz Darwin? Ou fomos criados à imagem e semelhança de um ser supremo? De onde partiram estas idéias? A quem interessavam?
São algumas questões interessantes para começarmos. YUKÔ!
Abraço.
Astronauta
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
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Antes de mais nadas vou me posicionar.
ResponderExcluirSou agnóstico, só em Deus tenho crédito sem nenhuma forma de doutrina, não me encontro nem entre os que se reconhecem como Cristãos (que crêem e na divindade de Cristo).
A Mutação (evolução) é algo inegável, mas gosto de apimentar minha busca pela essência da vida com as palavras de um doidão bem interpretado:
“A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja estranha tal sensação, aquele que não mais possa devanear e ser empolgado pelo encantamento, não passa, em verdade, de um morto.
Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se manifesta como a mais alta das sabedorias e a mais radiosa das belezas, que as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais primitivas, esse conhecimento, esse sentimento está no centro mesmo da verdadeira religiosidade.
A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de pesquisa científica.
Minha religião consiste em humilde admiração do espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção, profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que se revela no incompreensível universo, é a idéia que faço de Deus.”
ALBERT EINSTEIN (1879-1955.
Assim experimente, só por um minuto, acreditar que Deus é matéria, na de transcendente ou milagroso, mas apenas matéria que não vemos, assim como o ar que respiramos, não é visto, não é tocado....
E permita imaginar que assim como os proprietários de uma empresa a posição do mesmo seja a mais importante, mas que de uma forma ou de outra ele dependa do restante de todas as peças para que suas diretivas se cumpram.
O acaso, para mim ai esta a regra que define as ocorrências, quem este melhor preparado para ele via de regra, se projeta melhor ao encontro dele, o grande barato é que não existe pré definição que possamos identificar, com nosso lógica minúscula e míope que nos permita conjugar as variáveis e prever com exatidão nem mesmo a hora que sairemos de casa amanhã.
Zé eu poderia escrever uma vida sobre o que já li e pensei sobre isto, mas nada seria determinante e nem importante, o Maximo que consigo frente e este é ser pretensioso.
Assim segue mais um gravetinho e duas dicas aos que se permitam abrir o horizonte, pois acredito que todos nesta discussão, são pragmáticos, e assim gostaria de lhes oferecer outro tipo de informação. (que acredito pertinente a esta discussão).
O Livro dos Espíritos;
Os princípios da Doutrina Espírita
sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por
Allan Kardec
Tradução de
Renata Barbosa da Silva e
Simone T. Nakamura Bele da Silva
Edição Petit Editora
(para sacar melhor esse lance que falei de Deus matéria)
E o outro é:
Meditando a vida
Editora: Editora Peirópolis
I.S.B.N.: 85-85663-54-5
Edição: 1
Formato: 14x21cm
Páginas: 160
Idioma: Português
Capa: Brochura
((É uma onda, tem prefacio do Peninha, e vale para ter uma visão diferente dos ciclos de renovação (evolução).)
Ta ai quando der tempo meto mais besteira, o que escrevi só olhem, mas os dois livros valem a pena.
Zé pegou pesado.....
Abraço
AIVANASZKO.
Grande Alessandro,
ResponderExcluirMuito legal o que tu escreveu, bastante fundamentado e trazendo a tua própria experiência, não esperaria menos de ti. Mas entendi que tu te posicionou "religiosamente" (se é que podemos chamar assim) sobre o assunto, e não ficou claro para mim a resposta à pergunta (como surgiu a vida na Terra?).
Grande abraço.
Zé;
ResponderExcluirNotei quando passei novamente os olhos no texto, após envia-lo que o fundamental, embora presente, não ganhou o destaque devido, assim, agora mando de vereda, sem maiores delongas, e sem deichar margem.
A parada do religiosamente é justamente o avesso, é sacar o todo como um todo, manja?
ter o transedente como matéria e não como "religião" e palavrinha controversa, mas voltando novamente...ai vai a rsposta....trararaarara;;.......
O ACASO.. essa é a palavrinha centro de meu texto que deichei meio escondida. Mas veja só isso não é e nem pretende ser definitivo, é só uma idéia ....que gostaria que fosse falciada..
Só vamos ficar nós dois escrevendo???
Bota teu blog ai mesmo que esteja pela metade como o meu...
http://ivanaszko001.blog.terra.com.br/
Jesus!!!! Tô bem perdida nas discussões de vocês. Vi de tudo um pouco... Alan Kardec, Einstein, experiência cósmica, Darwin... é muito para minha cabecinha!!!!
ResponderExcluirZé: tu é esperto, como postou primeiro que todos, puxou o tema de debate para o teu lado, mas tá bom, vou estudar o assunto. A princípio sobre a criação da terra, humanidade, tenho me afeiçoado nas teorias evolucionistas, pois são as que mais me acalentam. Já na parte espiritual, algo entre o bem e o mal certo que existe, porém fica difícil elaborar alguma opinião sobre este assunto. Lembre que, se temos opinião formada, pisamos no lugar, sentimos o cheiro e as sensações provindas do ambiente, portanto, sobre este tema ( espiritual) eu falo quando eu seguir a luz branca eheheheh, è certo e isto eu posso afirmar, porque será a minha postura na hora H. Eu vou seguir a luz branca, aí quem sabe volto para contar o que tem do outro lado. Bah.. já viajei!!! culpa do título do Blog
hehehehe.
Abraços fraternos
ps: vou estudar viu Zé
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEm primeiro lugar quero dizer que estou muito honrada de poder participar destes debates com amigos tão inteligentes. Mas com muita humildade vou tentar dar alguma contribuição para esta discussão que é prá lá de interessante.
ResponderExcluirCertamente cada um puxa brasa pro seu assado e eu vou focar nas questões históricas dos questionamentos feitos pelo Zé.
Desde as mais remotas civilizações os humanos usaram-se da religião para assegurar a sua segurança e consolarem-se dos contratempos do dia-a-dia.Nas tribos nômades, por exemplo, suas piores preocupações eram o que encontrariam em um novo território, que tipo de alimentos, que condições climáticas, que tipos de predadores, eles ansiavam por segurança. Começaram então a criar religiões, objetos de devoção, rituais de homenagem que os "defenderiam" das adversidades cotidianas.Quando seus mortos eram enterrados seus túmulos eram cuidadosamente preparados com artefatos e objetos do falecido para garantir que este fizesse uma boa transição, sinal de acreditavam que existia alguma coisa além da vida terrena.No Egito Antigo os Faraós exerciam este papel de Deuses que traziam as boas colheitas, a saúde familiar, os bons fluidos e com isso arrecadavam tributos e serviam-se do trabalho de seus súditos que por devoção ou coação(Corvéia)deram origem as grandes construções arquitetônicas do Egito ( pode ter certeza que os extraterrestres nada tiveram a ver com isso!)Grécia mitológica, Roma cosmopolita, Oriente solo fértil de religiões. O Cristianismo surgiu em um momento de crise do Mundo Romano, as idéias de que todos eramos filhos do mesmo pai, como pregava o catolicismo repercutiu em grandes embates com as autoridades que perseguiram duramente os adeptos da nova religião. Mas logo esta perseguição acabou e das reuniões escondidas passou-se as grandes reuniões em templos em praças públicas e atrair cada vez mais adeptos, principalmente da aristocracia. A grandeza da igreja em uma sociedade decadente sujeita a ameaças e insegurança geral, gerou comoção e muitas contribuições começaram a surgir,pagamento de tributos, doação de terras e a Igreja fortalecendo-se cada vez mais. Sua consolidação se deu na idade Média onde tornou-se detentora das maiores riquezas da época. Assim suas teorias da criação e as leis da natureza passaram a ser incontestáveis. Não preciso nem ir além, acho que já deu para entender com chegamos até aqui.
Quanto as questões científicas, embora apoie-me na teoria evolucionista tem algumas controvérsias que devem ser analisadas. Mas isto acredito abriria uma nova discussão e se me permitirem lançarei uma nova discussão na próxima semana dando segmento a esta.
Um grande abraço,
Dani
Grande Dani!!! lança um tema polêmico pra nós debater, mas assim... algo facinho. To sem tempo para estudar!!! Vamos representar a mulherada nas discussões, fazendo coro com questinamentos criticos.
ResponderExcluirQuero mandar mais uma contribuição.
ResponderExcluirNo primeiro comentário embasei desfocadamente minha argumentação e corri o risco de ser interpretado de forma errônea, o que o Meu companheiro astronauta ajudou a alinhar.
Só vou dar uma retocada no negócio do ACASO, e dar crédito a quem o tem, pois de fato acredito no ACASO como mola propulsora dos tópicos sugeridos pelo Astronauta, mas a idéia não é minha e pertence a um cara que tem muito a ver conosco.Explico.
Eu assim como, acredito que todas aqui envolvidos, somos profundos admiradores, dão sagacidade, filosofia, postura de vida e inteligência, idéias e bla..bla..bla..bla de
meu Amigo Gian.
Melhoro e explicação: pois este nosso colega nutre admiração semelhante a que temos por ele, pasmem, por um ser antepassado chamado Nietzsche. que por sua vez, assim como nós admiramos ao Gian e o Gian a ele, também nutria este tipo de sentimento com relação a Schopenhauer, a quem carinhosamente se referia como "Cavaleiro solitário".
Bom feita a novela, por que mesmo a seriedade merece preâmbulo, digo que no O Mundo como Vontade e Representação publicado em 1818, podemos encontrar uma visão de Schopenhauer, a quem pela lógica anterior acredito que o Gian, e por conseqüência todos nós admiramos, Para ele A base do cosmo Não é a razão humana ou divina, mas uma força irracional e sem propósito: a vontade , "mero ímpeto cego" segundo ele, que move todos os seres a uma existência fútil, sem sentido e essencialmente dolorosa.
"Toda vida é sofrimento" de novo segundo Schpenhauer.
Bom tem um livro para ser escrito sobre isto, e essa é só mais uma contribuição.
To com a Simone no sentido de podermos tratar de pontos mais fechados e palpáveis, amenos para começarmos, ta sendo muito para minha seque lada cabecinha.
Abraços.